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89 comentários

    1. Muito boa interpretação de um tempo tão difícil que estamos vivendo. Impecável apresentação.

    1. Gostei da poesia, a edição está muito boa, apenas com esteriótipo usual. A mulher sentada na janela, inerte diante da trama, há necessidade de contraposição do esteriótipo da mulher na sociedade.

  1. Interessante!!! Parabéns pela produção. Que venham muitas outras

  2. Interessante… parabéns pela produção; que venham muitas outras.

  3. Sensibilidade e criatividade, aspectos importantes para as vertentes de nossa cultura.
    Parabéns!

  4. Lindo e emocionante! Retrata com muita sensibilidade os tempos atuais.

  5. Retrato da vida moderna, principalmente em tempos de quarentena… muito sensível, emocionante.
    Parabéns!!

  6. Belo trabalho, bela poesia, parabéns pela produção, foi de uma sensibilidade impar.

  7. Excelente trabalho Raquel e Gabriel, muito lindo e profundo. Parabéns!

  8. Uau!!! Parabéns pelo trabalho incrível! Amei o uso da palavra “nós”. Arrasaram!

  9. Parabéns, abordagem interessante do mundo em desencontro, porque nem a religião e a ciência dão respostas ao vazio existencial de muitos. A busca dentro de si mesmo é uma possibilidade. Assim como a interioridade, a meditação e a comunhão com o Ser Maior.

  10. Bela composicao: trama de falas,trama de imagens,um fio de tecido que busca um sentido em meio as costuras e tecidos da vida. Parabens pela poesia.

  11. As imagens estão bem sintonizadas com a estranheza de tudo. Muito bom. Um belo espanto.

  12. Gostei muito da poesia .. Ficou super interessante as imagens bem sincronizadas.. Parabéns que venham outras poesias para podermos refletir..

  13. Muito bem construído, com uma leveza e uma bela construção entre as imagens e o texto. Parabéns!

  14. Muito bom. Parabéns Gabriel, boa reflexão a de vcs a cerca do tempo em relação ao ser humano, que é uma pessoa e não um ser robótico. Nao somos uma máquina para sempre estarmos a tempo e a postos.
    Importante sim um tempo para parar.
    Bom trabalho, gostei.

  15. Alegoria da Cidade é uma proposta de introspecção. Como tal, para assistir tem que ser da forma certa. Caso contrário o espectador veria só um desabafo? Uma verbalização de depressão controlada? Donde se conclui que para analisá-lo e preciso ser visto diversas vezes.
    Como é curta fica muito difícil dividi-lo em 3 atos. Vou correr o risco e farei isto:
    1º ato – O mosaico da abertura e a primeira frase pode levar a quem assiste, numa busca por sequência lógica que ele se encaixe. pode ser explicado porque as metáforas se alinham com as imagens. O fato de não haver fundo musical é o suficiente é explicável não só no primeiro ato; mas, todo o filme. Entendi o objetivo para isto.
    2° ato – Podemos dizer que o realce da cor vermelha e que ela significa até no nosso inconsciente foi bem chamativo. Todavia, algumas cenas poderiam ser mais aceleradas para melhor proveito do tempo. Esta ação levaria o espectador enquadrar-se na realidade dele. Não que seja a narrativa de circunstância e panorama. Este ato “queimou” em efeitos visuais. Não que seja ruim. Mas, perdeu a chance de certa agressividade sutil no gancho para o 3º ato. este ato ficou numa permissividade desnecessária. A não ser que o roteiro e os diretores já previam isto. ou não!
    3º ato – Foi o momento de reflexão que a obra deixa para o espectador. Isto é bom. Fica o momento para uma discursão no objetivo do curta. Quando vi o bordado do Rio de Janeiro alinhavado com a Baixada Fluminense, percebi que a cor local é fechada como um elo para os diretores. A colocação num local determinado, através de um ensaio crítico, nas falhas humanas, reflexões e mensagens. O filme deixa por conta do espectador as respostas do proposto, no que elas se posicionam e pensam.
    A obra se prende a um poema dá movimento. Mesmo com minhas ressalvas, a lentidão do filme de tão curta duração seja o atrativo. E, é. Sem dúvida.
    O filme demonstrou que é melhor mostrar do que contar. Levantou a temática do isolamento forçado e a ineficiência humana de mudar.
    Medir é comparar. Numa obra de arte não há possibilidade para isto. O texto é opinativo e pessoal.
    Um bom trabalho.

  16. O filme me causou um enorme prazer em assistir. É tão bom,que dá vontade de ficar assistindo repetidas vezes,pelo encanto que proporciona ! Parabéns aos autores !!

  17. Gostei do que ouvi e do que vi… um texto sensivel, partido e inteiro , fugaz e permanente, estranho e familiar
    Parabéns… bons resultados por caminhos afora

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